Bruno Sanches 09/09

A Viola é brasileira!

Ao falarmos de viola, o imaginário coletivo evoca as duplas sertanejas em primeiro lugar e pouco se lembra das violas que estiveram presentes em canções que se tornaram verdadeiros clássicos da MPB, como: Ponteio (Edu Lobo), Bicho de Sete Cabeças (Zé Ramalho), 2001 (Rita Lee / Tom Zé), Disparada (Geraldo Vandré), Romaria (Renato Teixeira), entre muitas outras. A maioria dessas canções, apesar de não ser do segmento sertanejo, fala do campo e traz a viola para si como uma referência sonora rural.

O show “A viola é brasileira” mostra que além de poder participar de diversas sonoridades da MPB, distintas do repertório sertanejo, como de fato aconteceu desde a década de 1960, a viola é, sobretudo, marca sonora de brasilidade e poderia protagonizar qualquer tipo de canção, em qualquer estética e com letras sobre qualquer assunto, rural ou urbano.

Neste concerto, Bruno Sanches, violeiro premiado por seu trabalho instrumental, mostra uma outra faceta de sua musicalidade, o canto, bem como encerra um longo ciclo de apresentações solo, pois convida para o acompanharem ao palco os músicos Samuel Lima (contrabaixo) e Guilherme Jianelli (Bateria e percussão).

Estudioso da música brasileira e bom contador de causos, Sanches traz, de forma lúdica e descontraída, através de histórias e poesias, um viés de consciência sobre os processos históricos e sociais que envolvem o repertório que toca.

A Viola é brasileira!

Ao falarmos de viola, o imaginário coletivo evoca as duplas sertanejas em primeiro lugar e pouco se lembra das violas que estiveram presentes em canções que se tornaram verdadeiros clássicos da MPB, como: Ponteio (Edu Lobo), Bicho de Sete Cabeças (Zé Ramalho), 2001 (Rita Lee / Tom Zé), Disparada (Geraldo Vandré), Romaria (Renato Teixeira), entre muitas outras. A maioria dessas canções, apesar de não ser do segmento sertanejo, fala do campo e traz a viola para si como uma referência sonora rural.

O show “A viola é brasileira” mostra que além de poder participar de diversas sonoridades da MPB, distintas do repertório sertanejo, como de fato aconteceu desde a década de 1960, a viola é, sobretudo, marca sonora de brasilidade e poderia protagonizar qualquer tipo de canção, em qualquer estética e com letras sobre qualquer assunto, rural ou urbano.

Neste concerto, Bruno Sanches, violeiro premiado por seu trabalho instrumental, mostra uma outra faceta de sua musicalidade, o canto, bem como encerra um longo ciclo de apresentações solo, pois convida para o acompanharem ao palco os músicos Samuel Lima (contrabaixo) e Guilherme Jianelli (Bateria e percussão).

Estudioso da música brasileira e bom contador de causos, Sanches traz, de forma lúdica e descontraída, através de histórias e poesias, um viés de consciência sobre os processos históricos e sociais que envolvem o repertório que toca.