Para essa dica de Roteiros de Cicloturismo, convidamos o especialista Marcelo Ribeiro, para nos contar uma memória de um trajeto especial feito em Itamonte e assim, criamos esse artigo cheio de belas histórias. Um convite para descobrir Itamonte pelos olhos de quem faz parte da sua história. Ao aceitar esse convite, pedimos que ele nos enviassem imagens que tivesse sobre o seu conto e um audio ou texto, como uma entrevista, para contribuir com o Projeto Dicas de Especialistas do nosso Portal Turístico Oficial.
Então ele nos respondeu: “Claro, tem bastante roteiro em Itamonte que já fiz”. Entre suas rotas favoritas está a chamada Volta da Rampa de Voo Livre, um trajeto que mistura aventura, natureza e contemplação.
Confiram a seguir, as dicas contadas pelo Marcelo:
-“O percurso começa na região central de Itamonte, segue pela BR 354 subindo sentido a Divisa com RJ por mais ou menos 13km, até o Instituto Alto Montana da Serra Fina onde está localizada a rampa e, após a compra do ingresso de entrada na recepção, você encontra placas sobre as trilhas autoguiadas, então o caminho todo é bem sinalizado, acessível e cercado por cenários que impressionam. Do alto, a vista recompensa cada quilômetro pedalado. Para a volta até a cidade, fizemos o mesmo percurso de ida, mas claro, com muita descida, retornando até a Sede do Instituto, e depois, pela rodovia sentido o centro da cidade. Pedalar em Itamonte/MG é simples e profundo ao mesmo tempo. É entrar na trilha e sentir o tempo desacelerar. O barulho da cidade fica para trás e dão lugar ao vento, aos pneus na terra e ao canto dos pássaros. O verde e o ar fresco fazem a gente se sentir pequeno diante da paisagem, mas também parte dela. No mountain bike, os desafios vêm naturalmente. As subidas cansam, as pernas ardem, o coração acelera. Mas cada esforço vira conquista. E nas descidas, vem a leveza, a liberdade e a certeza de estar no lugar certo.
Pedalar em Itamonte é um encontro com a natureza e com nós mesmos. Não é sobre velocidade, é sobre sentir o caminho e aproveitar cada momento. Uma sensação que fica, mesmo depois do pedal acabar.”
Marcelo nos contou que, esse trajeto completo, teve duração aproximada de 4 horas, com 52 km de distância percorrida e elevação máxima de 2.136m no ponto alto da rampa. Dá até pra perder o fôlego só de imaginar! Mas um roteiro digno de uma experiência esportiva completa para quem deseja se aventurar. Para mais informações técnicas, veja a postagem compartilhada por ele no site Strava aqui.
A seguir, as imagens que ele nos enviou desse dia especial:
(Foto: Marcelo e sua bike na rampa de Voo Livre)
(Foto 2 e 3: Marcelo em frente a Cachoeira Pinhão Assado no Instituto Alto Montana)
Desafio vencido!
Encerramos este artigo agradecendo ao Marcelo por dedicar seu tempo e dividir conosco essa dica inspiradora de pedal. Que esse relato motive muitos outros ciclistas a viverem suas próprias aventuras pela Mantiqueira. Itamonte segue sendo um convite aberto para quem busca experiências autênticas e histórias como essa, entre trilhas e paisagens, que guardam sentimentos, memórias e conexões profundas.
Para essa dica de Roteiros de Cicloturismo, convidamos o especialista Marcelo Ribeiro, para nos contar uma memória de um trajeto especial feito em Itamonte e assim, criamos esse artigo cheio de belas histórias. Um convite para descobrir Itamonte pelos olhos de quem faz parte da sua história. Ao aceitar esse convite, pedimos que ele nos enviassem imagens que tivesse sobre o seu conto e um audio ou texto, como uma entrevista, para contribuir com o Projeto Dicas de Especialistas do nosso Portal Turístico Oficial.
Então ele nos respondeu: “Claro, tem bastante roteiro em Itamonte que já fiz”. Entre suas rotas favoritas está a chamada Volta da Rampa de Voo Livre, um trajeto que mistura aventura, natureza e contemplação.
Confiram a seguir, as dicas contadas pelo Marcelo:
-“O percurso começa na região central de Itamonte, segue pela BR 354 subindo sentido a Divisa com RJ por mais ou menos 13km, até o Instituto Alto Montana da Serra Fina onde está localizada a rampa e, após a compra do ingresso de entrada na recepção, você encontra placas sobre as trilhas autoguiadas, então o caminho todo é bem sinalizado, acessível e cercado por cenários que impressionam. Do alto, a vista recompensa cada quilômetro pedalado. Para a volta até a cidade, fizemos o mesmo percurso de ida, mas claro, com muita descida, retornando até a Sede do Instituto, e depois, pela rodovia sentido o centro da cidade. Pedalar em Itamonte/MG é simples e profundo ao mesmo tempo. É entrar na trilha e sentir o tempo desacelerar. O barulho da cidade fica para trás e dão lugar ao vento, aos pneus na terra e ao canto dos pássaros. O verde e o ar fresco fazem a gente se sentir pequeno diante da paisagem, mas também parte dela. No mountain bike, os desafios vêm naturalmente. As subidas cansam, as pernas ardem, o coração acelera. Mas cada esforço vira conquista. E nas descidas, vem a leveza, a liberdade e a certeza de estar no lugar certo.
Pedalar em Itamonte é um encontro com a natureza e com nós mesmos. Não é sobre velocidade, é sobre sentir o caminho e aproveitar cada momento. Uma sensação que fica, mesmo depois do pedal acabar.”
Marcelo nos contou que, esse trajeto completo, teve duração aproximada de 4 horas, com 52 km de distância percorrida e elevação máxima de 2.136m no ponto alto da rampa. Dá até pra perder o fôlego só de imaginar! Mas um roteiro digno de uma experiência esportiva completa para quem deseja se aventurar. Para mais informações técnicas, veja a postagem compartilhada por ele no site Strava aqui.
A seguir, as imagens que ele nos enviou desse dia especial:
(Foto: Marcelo e sua bike na rampa de Voo Livre)
(Foto 2 e 3: Marcelo em frente a Cachoeira Pinhão Assado no Instituto Alto Montana)
Desafio vencido!
Encerramos este artigo agradecendo ao Marcelo por dedicar seu tempo e dividir conosco essa dica inspiradora de pedal. Que esse relato motive muitos outros ciclistas a viverem suas próprias aventuras pela Mantiqueira. Itamonte segue sendo um convite aberto para quem busca experiências autênticas e histórias como essa, entre trilhas e paisagens, que guardam sentimentos, memórias e conexões profundas.