Entre os dias 16 e 19 de abril de 2026, a cidade de São Paulo foi palco da quarta edição do Mundial do Queijo Brasil, um dos mais importantes encontros do setor queijeiro no país. Realizado no Teatro B32 e na Praça da Baleia, o evento reuniu produtores, especialistas e amantes do queijo em uma programação que integrou competição internacional, congresso técnico, feira gastronômica e experiências sensoriais.
Organizado pela SerTãoBras em parceria com a Guilde Internationale des Fromagers, o Mundial se consolidou como uma plataforma estratégica para toda a cadeia produtiva do queijo, conectando o universo artesanal ao industrial e promovendo debates sobre identidade, território e inovação.
Os concursos foram o grande destaque da programação, reunindo amostras de diversos países e avaliando desde a excelência técnica na produção até a curadoria e comercialização. Paralelamente, o congresso Via Láctea trouxe especialistas renomados para discutir tendências, qualidade e mercado, fortalecendo ainda mais o papel do evento no desenvolvimento do setor.
Itamonte brilha no cenário internacional:
Em meio a tantos participantes de alto nível, a cidade de Itamonte se destacou de forma expressiva, reafirmando sua posição como um dos grandes polos de produção de queijos artesanais do Brasil. Os produtores locais conquistaram medalhas super ouro, ouro, prata e bronze, evidenciando a qualidade e a identidade dos queijos da Serra da Mantiqueira.
Na categoria Super Ouro, dois queijos se destacaram:
Na categoria ouro, três queijos se destacaram:
A medalha de prata foi conquistada pelo Massa Fina com queijo meia Cura, enquanto o bronze contemplou outros cinco produtos:
Esse conjunto de premiações não apenas celebra a excelência técnica das queijarias de Itamonte, mas também reforça a força de uma tradição construída com saberes passados de geração em geração, aliados a práticas modernas de produção e maturação.
Tradição que ultrapassa fronteiras:
O desempenho de Itamonte no Mundial do Queijo Brasil evidencia o crescimento e a valorização dos produtores locais, que vêm conquistando reconhecimento em competições de alto nível. Mais do que medalhas, os resultados representam o fortalecimento da cultura queijeira da Mantiqueira e sua projeção no cenário nacional e internacional.
Com sabores únicos, identidade territorial marcante e qualidade comprovada, os queijos de Itamonte seguem levando o nome de Minas Gerais para o mundo — consolidando a região como referência quando o assunto é excelência em queijo artesanal.
Entre os dias 16 e 19 de abril de 2026, a cidade de São Paulo foi palco da quarta edição do Mundial do Queijo Brasil, um dos mais importantes encontros do setor queijeiro no país. Realizado no Teatro B32 e na Praça da Baleia, o evento reuniu produtores, especialistas e amantes do queijo em uma programação que integrou competição internacional, congresso técnico, feira gastronômica e experiências sensoriais.
Organizado pela SerTãoBras em parceria com a Guilde Internationale des Fromagers, o Mundial se consolidou como uma plataforma estratégica para toda a cadeia produtiva do queijo, conectando o universo artesanal ao industrial e promovendo debates sobre identidade, território e inovação.
Os concursos foram o grande destaque da programação, reunindo amostras de diversos países e avaliando desde a excelência técnica na produção até a curadoria e comercialização. Paralelamente, o congresso Via Láctea trouxe especialistas renomados para discutir tendências, qualidade e mercado, fortalecendo ainda mais o papel do evento no desenvolvimento do setor.
Itamonte brilha no cenário internacional:
Em meio a tantos participantes de alto nível, a cidade de Itamonte se destacou de forma expressiva, reafirmando sua posição como um dos grandes polos de produção de queijos artesanais do Brasil. Os produtores locais conquistaram medalhas super ouro, ouro, prata e bronze, evidenciando a qualidade e a identidade dos queijos da Serra da Mantiqueira.
Na categoria Super Ouro, dois queijos se destacaram:
Na categoria ouro, três queijos se destacaram:
A medalha de prata foi conquistada pelo Massa Fina com queijo meia Cura, enquanto o bronze contemplou outros cinco produtos:
Esse conjunto de premiações não apenas celebra a excelência técnica das queijarias de Itamonte, mas também reforça a força de uma tradição construída com saberes passados de geração em geração, aliados a práticas modernas de produção e maturação.
Tradição que ultrapassa fronteiras:
O desempenho de Itamonte no Mundial do Queijo Brasil evidencia o crescimento e a valorização dos produtores locais, que vêm conquistando reconhecimento em competições de alto nível. Mais do que medalhas, os resultados representam o fortalecimento da cultura queijeira da Mantiqueira e sua projeção no cenário nacional e internacional.
Com sabores únicos, identidade territorial marcante e qualidade comprovada, os queijos de Itamonte seguem levando o nome de Minas Gerais para o mundo — consolidando a região como referência quando o assunto é excelência em queijo artesanal.