Um casal mineiro transformou sua vida ao abandonar a indústria para produzir queijos artesanais na fazenda Velho Pitta, em Itamonte (MG), conquistando reconhecimento com mais de 30 prêmios nacionais e internacionais por seus produtos de alta qualidade. No curral da fazenda Velho Pitta, em Itamonte, no sul de Minas Gerais, as vacas se alinham calmamente, cada uma em seu lugar, como se soubessem de cor a rotina. A produção é totalmente artesanal, feita com leite cru e seguindo as normas do Selo Queijo Artesanal (SQA), concedido pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). Bianca explica que o Queijo Mantiqueira de Minas –denominação que surgiu em 2019 após estudos da Epamig, Emater e IMA– é resultado do solo, da água e da altitude da região: “Esse estudo foi feito por meio de solo, água, análises técnicas, e foi constatado que esses 11 municípios da Mantiqueira de Minas poderiam produzir esse tipo de queijo. Aqui são 1.600 metros de altitude, então isso também já diferencia.” A junção dessas características é chamada por especialistas de ‘terroir’, termo francês que significa ‘território’ e descreve o conjunto único de fatores naturais e humanos que influenciam as características de um produto, como vinhos, carnes e, claro, queijos.
Mas a história da fazenda vai além da técnica. Bianca e o marido, Gustavo Pitta, deixaram o trabalho em Furnas Centrais Elétricas para recomeçar a vida no campo. O nome da propriedade é uma homenagem ao pai de Gustavo, veterinário do Exército que sonhava em viver longe da cidade. “Quando o Gustavo se aposentou, ele falou: ‘Vou realizar o sonho do meu pai’. E comprou a propriedade e deu o nome Velho Pitta. Porque era como ele chamava o pai”, conta Bianca.
Veja matéria completa: Queijo Artesanal de MG: A História do Casal e Seus 30 Prêmios
Um casal mineiro transformou sua vida ao abandonar a indústria para produzir queijos artesanais na fazenda Velho Pitta, em Itamonte (MG), conquistando reconhecimento com mais de 30 prêmios nacionais e internacionais por seus produtos de alta qualidade. No curral da fazenda Velho Pitta, em Itamonte, no sul de Minas Gerais, as vacas se alinham calmamente, cada uma em seu lugar, como se soubessem de cor a rotina. A produção é totalmente artesanal, feita com leite cru e seguindo as normas do Selo Queijo Artesanal (SQA), concedido pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). Bianca explica que o Queijo Mantiqueira de Minas –denominação que surgiu em 2019 após estudos da Epamig, Emater e IMA– é resultado do solo, da água e da altitude da região: “Esse estudo foi feito por meio de solo, água, análises técnicas, e foi constatado que esses 11 municípios da Mantiqueira de Minas poderiam produzir esse tipo de queijo. Aqui são 1.600 metros de altitude, então isso também já diferencia.” A junção dessas características é chamada por especialistas de ‘terroir’, termo francês que significa ‘território’ e descreve o conjunto único de fatores naturais e humanos que influenciam as características de um produto, como vinhos, carnes e, claro, queijos.
Mas a história da fazenda vai além da técnica. Bianca e o marido, Gustavo Pitta, deixaram o trabalho em Furnas Centrais Elétricas para recomeçar a vida no campo. O nome da propriedade é uma homenagem ao pai de Gustavo, veterinário do Exército que sonhava em viver longe da cidade. “Quando o Gustavo se aposentou, ele falou: ‘Vou realizar o sonho do meu pai’. E comprou a propriedade e deu o nome Velho Pitta. Porque era como ele chamava o pai”, conta Bianca.
Veja matéria completa: Queijo Artesanal de MG: A História do Casal e Seus 30 Prêmios