Esta história do Campo Redondo não é uma obra de rigor científico, mas sim uma história contada, apaixonada e sofrida pelos habitantes da Vila de antigamente e de hoje mas, “verdadeira”. Portanto os “fatos” aqui relatados não têm a ambição de serem historicamente comprovados ou objetivos, são somente “histórias”. Pouquíssimos documentos ‘oficiais’ de instituições estão à disposição. Sente-se nos relatos pessoais também o orgulho da luta, que de uma mata virgem nos confins da Serra da Mantiqueira, com os mínimos recursos e muita força de vontade, a transformou neste Campo Redondo, que todos nós amamos.
Esta história nasceu também de uma das muitas encruzilhadas do destino: há 8 anos o jovem Sérgio Fonseca Pinto, “um filho da Terra”, herdeiro de todas as tradições do Campo Redondo, fascinado desde criança, não só por todas as histórias trazidas pelos seus antepassados, mas também por todas suas práticas e costumes, que, aos 28 anos me encontrou, Renato Fraenkel, já na madura idade de 68 anos, descendente de três culturas totalmente diferentes, e andarilho, “sem Terra”, pelas grandes cidades desse mundo. Sergio sempre teve o impulso de deixar os seus conhecimentos e o seu amor pela cultura de seus antepassados para o futuro da comunidade. Com o aprofundamento da nossa amizade bem como o contínuo trabalho em comum nasceu essa história na sua forma escrita. Sérgio, além de contar suas lembranças para mim, ainda fez muitas e muitas entrevistas e pesquisas, e a mim coube o gratificante trabalho de secretário e redator. A maioria das fotos juntamos dos nossos acervos de mais de 4.000 fotos. Outras datam desde a terceira geração, e algumas foram feitas especialmente para esta edição. Procuramos aqui descrever os tradicionais meios de trabalho e de produção da Vila com a evolução dos tempos, mostrando também a situação atual, e em parte perspectivas para o futuro. Nos citados da população local sente-se o fervor da lembrança, e eu normalmente deixei a fala original, modificando poucas coisas para melhor compreensão. Nos relatos pessoais do Sérgio transpira a sua admiração e o seu carinho pelas práticas dos seus antepassados, bem como a sua consciência das evoluções. Também é base do trabalho o nosso constante diálogo sobre o conteúdo de cada capítulo. Nesses 8 anos de trabalho conjunto nós também formamos os sítios Terra acolhedora e São Francisco no Arantes, origem de muitas fotos. Foi uma grande felicidade da minha vida, ter conhecido pessoalmente uma grande parte das pessoas mencionadas neste livro!
É com prazer e orgulho que apresentamos esta história ao público.
Renato e Sérgio.
Acesse ou baixe o livro em PDF aqui.
Esta história do Campo Redondo não é uma obra de rigor científico, mas sim uma história contada, apaixonada e sofrida pelos habitantes da Vila de antigamente e de hoje mas, “verdadeira”. Portanto os “fatos” aqui relatados não têm a ambição de serem historicamente comprovados ou objetivos, são somente “histórias”. Pouquíssimos documentos ‘oficiais’ de instituições estão à disposição. Sente-se nos relatos pessoais também o orgulho da luta, que de uma mata virgem nos confins da Serra da Mantiqueira, com os mínimos recursos e muita força de vontade, a transformou neste Campo Redondo, que todos nós amamos.
Esta história nasceu também de uma das muitas encruzilhadas do destino: há 8 anos o jovem Sérgio Fonseca Pinto, “um filho da Terra”, herdeiro de todas as tradições do Campo Redondo, fascinado desde criança, não só por todas as histórias trazidas pelos seus antepassados, mas também por todas suas práticas e costumes, que, aos 28 anos me encontrou, Renato Fraenkel, já na madura idade de 68 anos, descendente de três culturas totalmente diferentes, e andarilho, “sem Terra”, pelas grandes cidades desse mundo. Sergio sempre teve o impulso de deixar os seus conhecimentos e o seu amor pela cultura de seus antepassados para o futuro da comunidade. Com o aprofundamento da nossa amizade bem como o contínuo trabalho em comum nasceu essa história na sua forma escrita. Sérgio, além de contar suas lembranças para mim, ainda fez muitas e muitas entrevistas e pesquisas, e a mim coube o gratificante trabalho de secretário e redator. A maioria das fotos juntamos dos nossos acervos de mais de 4.000 fotos. Outras datam desde a terceira geração, e algumas foram feitas especialmente para esta edição. Procuramos aqui descrever os tradicionais meios de trabalho e de produção da Vila com a evolução dos tempos, mostrando também a situação atual, e em parte perspectivas para o futuro. Nos citados da população local sente-se o fervor da lembrança, e eu normalmente deixei a fala original, modificando poucas coisas para melhor compreensão. Nos relatos pessoais do Sérgio transpira a sua admiração e o seu carinho pelas práticas dos seus antepassados, bem como a sua consciência das evoluções. Também é base do trabalho o nosso constante diálogo sobre o conteúdo de cada capítulo. Nesses 8 anos de trabalho conjunto nós também formamos os sítios Terra acolhedora e São Francisco no Arantes, origem de muitas fotos. Foi uma grande felicidade da minha vida, ter conhecido pessoalmente uma grande parte das pessoas mencionadas neste livro!
É com prazer e orgulho que apresentamos esta história ao público.
Renato e Sérgio.
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